Como a Ciclina D1 se comporta como biomarcador nos carcinomas papilíferos de tireoide e bócios multinodulares?

Como a Ciclina D1 se comporta como biomarcador nos carcinomas papilíferos de tireoide e bócios multinodulares?

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.55684/2024.82.e002

Palabras clave:

Carcinomas papilíferos de tireoide, Ciclina D1, Imunoistoquímica, Diagnóstico, Prognóstico

Resumen

Racional: Os carcinomas papilíferos são os mais prevalentes e menos agressivos de tireoide (CPT). Em alguns casos, o diagnóstico é duvidoso e o prognóstico ruim. A busca de biomarcadores teciduais que permitam assegurar tanto o diagnóstico para casos indeterminados, quanto o prognóstico, identificando os casos de maior agressividade, têm sido estudadas nas últimas décadas.

Objetivo: Revisar na literatura na busca da ciclina D1 como marcador dos carcinomas papilíferos de tireoide e nos bócios multinodulares, e avaliar se a expressão dela apresenta correlação com as características clínicopatológicas dos carcinomas papilíferos de tireoide.

Métodos: Revisão narrativa feita colhendo informações para leitura e análise a partir de pesquisa online em platoformas virtuais. Inicialmente foi realizada busca por descritores DECs relacionados ao tema, utilizando os seguintes termos: “carcinoma papilífero de tireoide, ciclina D1, imunoistoquímica, diagnóstico, prognóstico.” com busca AND ou OR, considerando o título e/ou resumo e os escolhidos foram lidos na íntegra.

Resultados: A busca incluiu 77 artigos que foram compilados nesta revisão.

Conclusão: A ciclina D1 foi expressa na grande maioria dos CPT sendo a distribuição difusa predominante. Não houve correlação entre a expressão dela com qualquer característica clinicopatológica dos CPT

Publicado

22-02-2024

Número

Sección

Artigo de Revisão
Loading...